o dia começou num repente de tarefas a mais...
tarefas sem lucro, afinal, tirando apenas a esperança no cumprir de outrém...
e continuou, continuou com os afazeres, o cansaço, o não-páro, a submissão às urgências-de-"tenho-de-mandar-para-verem-que-sou-chefe", em nada devendo ser urgentes - ou por pura constatação, ou por tardia comunicação...
as quezílias de marias-da-pide e marias-metidas-ao-rato incomodando a vontade de trabalhar e cansando, até à exaustão-mais-que-exausta
afinal, todo o dia foi quasi-totalmente inglório - ou a vã ânsia de trabalhar, produzir, ser, não fossem depostas por essa insã glória do posso-quero-e-mando!
a volta ao ninho foi confusa - pelos afazeres se passou, pelos vislumbres aos de sangue, pelos tropeções de cansaço e os sustos de amigos em perigo...
quase no fim
perde-se a ponte
e
no fim da lista de contatos
um cursor de dúvida saltita
o dia foi...
mau
será sempre assim,
quando os elixires fundamentais evaporam e não são repostos

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