domingo, 18 de novembro de 2012

os trabalhos de grupo



Não sei como é para vós mas, lembro-me dos tempos de escola na infância/juventude, em que nos davam trabalhos para fazer em grupo… - a dificuldade é que ninguém prepara(va) os alunos para isso!
Delors e os seus pilares da Educação clarificaram algumas ideias (afinal, isso da “União Europeia” serve para alguma coisa!) – mas, na prática, no nosso jardim à beira-mar plantado não se formam cidadãos com espírito colaborativo e capacidade de diálogo e respeito para com o próximo.
O meu último trabalho de grupo foi assim (licenciatura):
  • alguém teve a ideia de formar o grupo antes do prazo (+?)
  • feitos os convites e aceites (+), “alguém” atabalhoou a apresentação, esquecendo-se de quem tinha convidado (-)!!!
  • propostos e escolhidos momentos e lugares/meios (+), “alguém” quem me chagava todos os dias num deles, de repente, afinal, não sabia usar o meio (-)
  • como é costume “alguém” começou a dar ordens, sem pedir sequer opinião dos restantes elementos do grupo (---------)
  • “puxadas as rédeas” à carroça, arrumaram-se “os bois” que iam atrás e seguiu o cortejo (…)
  • perdido um ror de tempo a afinar agulhas (-) (mas, afinal, também é para aprendermos coisas  que trabalhamos em grupo(+)!) viram-se resultados (+)
  • contudo, ao longo dos momentos de trabalho, alguns davam desculpas como (-)  precisarem de fazer coisas e terem vida – como se os outros fossem extraterrestres!
Aquela coisa chata que acaba por acontecer, que é os que “até têm umas luzes” do funcionamento da coisa (“de espírito colaborativo e capacidade de diálogo e respeito para com o próximo”) tentarem dar um alicerce ao trabalho [se forem como eu, tentando manter-se na sombra], muitas vezes cai em saco roto, e o carro à frente dos bois com autoritarismo é bem melhor aceite, ainda que a direção esteja errada…

os trabalhos de grupo…
…às vezes, são o cabo dos trabalhos!

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