Não sei como é para vós mas, lembro-me dos
tempos de escola na infância/juventude, em que nos davam trabalhos para fazer
em grupo… - a dificuldade é que ninguém prepara(va) os alunos para isso!
Delors e os seus pilares da Educação
clarificaram algumas ideias (afinal, isso da “União Europeia” serve para alguma
coisa!) – mas, na prática, no nosso jardim à beira-mar plantado não se formam
cidadãos com espírito colaborativo e capacidade de diálogo e respeito para com
o próximo.
O meu último trabalho
de grupo foi assim (licenciatura):
- alguém teve a ideia de formar o grupo antes do prazo (+?)
- feitos os convites e aceites (+), “alguém” atabalhoou a apresentação, esquecendo-se de quem tinha convidado (-)!!!
- propostos e escolhidos momentos e lugares/meios (+), “alguém” quem me chagava todos os dias num deles, de repente, afinal, não sabia usar o meio (-)
- como é costume “alguém” começou a dar ordens, sem pedir sequer opinião dos restantes elementos do grupo (---------)
- “puxadas as rédeas” à carroça, arrumaram-se “os bois” que iam atrás e seguiu o cortejo (…)
- perdido um ror de tempo a afinar agulhas (-) (mas, afinal, também é para aprendermos coisas que trabalhamos em grupo(+)!) viram-se resultados (+)
- contudo, ao longo dos momentos de trabalho, alguns davam desculpas como (-) precisarem de fazer coisas e terem vida – como se os outros fossem extraterrestres!
Aquela coisa chata que acaba por acontecer,
que é os que “até têm umas luzes” do funcionamento da coisa (“de espírito
colaborativo e capacidade de diálogo e respeito para com o próximo”) tentarem
dar um alicerce ao trabalho [se forem como eu, tentando manter-se na sombra],
muitas vezes cai em saco roto, e o carro à frente dos bois com autoritarismo é
bem melhor aceite, ainda que a direção esteja errada…
os trabalhos de grupo…
…às vezes, são o cabo dos trabalhos!

Sem comentários:
Enviar um comentário