Todos nós temos episódios de trânsito!
Não pensem os só-condutores que me refiro a apitadelas estridentes e impropérios janela fora, com a respetiva sinalética associada…
Estou falando na ótica do que anda a pé, e está tantas vezes a milímetros de ser “passado a ferro”, ter as “arestas limadas”, ou efetuar alterações pontuais à cor da pele e órgãos adjacentes!
É isso… Raros são os dias, em que não presencio, ou vivencio, um “caso de estrada”.Quando se ouve que o carro é usado como arma, a maioria dos condutores distancia-se, não tem sequer a noção de alguns perigos que faz os outros correr; na segurança da sua viatura, passam sinais “verde-maduro”, aceleram para passar laranjas, esquecem regras que “não precisam de cumprir” porque “são bons condutores” e “dominam o carro”… (e, geralmente, é sempre “o outro gajo” que faz alguma coisa mal!)
Porque não param para pensar?
Estou certa que, até o mais convencido das suas capacidades (desde que tenha Q.I., e, sobretudo, Q.E. q.b.) irá descobrir uma situaçãozinha em que devia ter agido “não bem assim”! – Sejam conscientes p.f.!
Quando estou prestes a ser atropelada, dou por isso tão em cima do momento, que até o choque (emocional) demora a chegar… São momentos em que confio, e depois acontece o inesperado…
Até agora safei-me…Já vi “voar” pessoas, já vi condutores anormais a agredir outros condutores ou transeuntes (a punho, ou armados com o seu carro!), mas, aparte essas situações, digo o que mais me chateia nos chicos-espertos atrás do volante:
Eh pá…………………… Aquela cena que me fizeram hoje ao fim da tarde de novo – não param na passadeira, mas têm tempo para pôr a mãozinha de fora e pedir desculpa!
Ora # *&/@#!Se têm tempo para isso, também tinham tempo para travar!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Sem comentários:
Enviar um comentário