os vazios que temos em nós;
outros, torna-se impossível…
Forçada a procurar respostas, em tempos próximos,
percebi que, quando descobrimos alguns caminhos,
caminhos que sabemos dever seguir,
ficamos sem alento, com a paragem a que as circunstâncias nos obrigam,
sem motivos para seguir caminhos que não partam já do início certo,
o final do caminho que temos de seguir,
e que nos leva ao princípio da nossa vida, verdadeira, merecida…
Os nossos olhos nunca deviam toldar-se a rotas certas,
as circunstâncias nunca deviam ser adversas à perfeição…
Como é difícil sabê-la e não poder alcançá-la!
Ter de paralisar o braço, não deixar a mão tocar o que está tão perto…
Não sei qual é o limite de sobrevivência
ao não viver a vida, a vida que está nessa meta
…retomam-se metas de sempre,
não perdendo a luz do túnel
ténue, quase invisível,
mas que sabemos está por lá…
Aguarda-se com nanopermilagem de fé
o dia em que o Sol possa dar Luz…
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