Uma das coisas que sempre me doeu, desde que me lembro de ser eu, é que outrem me julgue mal - isto, no sentido real, que julguem que sou algo que não sou, guardando no seu imaginário uma imagem que em nada corresponde a mim.
Fraqueza? Claro; contudo, não tenho a benesse de pertencer aos bem-aventurados que não têm consciência dos seus quês e porquês - conheço os meus "defeitos" (que prefiro chamar às caraterísticas de cada um isso mesmo: caraterísticas pessoais, e não necessariamente defeitos - ainda que possam ser desagradáveis ou limitadoras), sei, quase sempre, o que fazer para ser melhor pessoa, e sei o que não quero mudar em mim (...e o que é difícil mudar).
Certo é que temos de saber quando desistir de ser colírio em olhos alheios...
Algo que mil vezes vivi, foi a generalização de ditos populares - como se todos fôssemos espelho dos erros de cada um - ser justo e ser visto como "puxando a brasa à sua sardinha" cansa... Ainda assim, desculpo o facilitismo das análises via chavão pelo cansaço geral do povo, justificando o seu pouco esforço para a compreensão do que(m) o rodeia.
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