Hoje, é um daqueles dias em que o elixir n.º 2 era bem vindo, mas, atentas as últimas situações em que acreditei tê-lo, e podia usá-lo, e depois vi que havia evaporado, sem que o cheirasse (não foi por eu não ter tempo, acho que foi mesmo por ele ter sido produzido para não existir), habituei-me à ideia de que, elixires, só aqueles que a Perfumes & Cia. me promete com desconto… - Et voilá, j’aime l’Hypnôse; parfois parce que j’aime toujours cette couleur, mais le parfum, c’est l’éssentielle…
Será o cansaço?
Sim, de tanta coisa… De ti, sabes, sinto não a falta*, mas a tremenda loucura da incompreensão do porquê; de (outra) ti, a pena da leveza, dando significâncias erradas na maestria do usufruto de elixires plenos; de (mais outra) ti, a deserção do vínculo de reciprocidade, que me levou a quebrar a preocupação, por não ser merecida; de vocês… hum, apesar da breveza, esperava mais!; do mais próximo, a falta de não ter falta de afirmação…; dos simples, sinto a falta de humanidade…
Mas, sinto, hoje, a necessidade de mundo, num viver que já não há.
…e, *não sinto o que sinto, porque o sentir me foi retirado; vivo e não vivo, contagiada pelo zombismo de que sofres há tanto!
c’est moi…
Quem sabe, se o cansaço se atenua, através dum pensamento mais belo :)
ResponderEliminarBelos aromas te desejo:)
Oh, rosa... queria ter olhos calmos como os teus!
ResponderEliminarAbraço.