terça-feira, 31 de dezembro de 2013
revelião
…a que
horas posso começar
a beber o
champagne?
quinta-feira, 26 de dezembro de 2013
dia de paz
hoje foi natal - pois, se o natal é paz,
hoje tive paz... a paz de ocupar o dia sem horários, pressões,
chateações...
felizmente,
“o natal” da praxe acabou antes, até, da meia-noite de 24, e voltei para o meu
ninho, onde estavam os meus e onde
conversei mais um pouco e recuperei das obrigações, que me levaram
a momentos de sofrimento para as cumprir e me deram tão pouco...
não
sei, afinal, porque nos mantemos todos tão relutantes, nas "festas"
ou nos dias que fazem, realmente, a nossa vida, tão ligados ao deve de ser!
- perdemos tanto...
aquela
célebre conversa que temos com os amigos na
adolescência-de-olhos-fixos-no-ideal, de que “a família” são os amigos, de que
é possível planear uma consoada feliz com um grupo de amigos, com uma família
formada de micro-famílias e até famílias-de-um-só, não se cumprirá nunca?
tarde
na noite, espreitei um lugar público,
para ver que almas penadas lá estavam – estariam a espreitar uma janela do
mundo ou estavam tão sós que nem dormiam?
esses, talvez, estariam felizes se
tivessem tido o natal perfeito – em dia em que nos obrigam a tê-lo, ou em dia
que se faz natal, só porque sim…
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
natal -6 (aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai!)
pois, a vida não pára e o dia da ceia está a chegar...
No meio de tudo o que já havia e aquilo que surge sempre, da vontade de dar os mimos personalizados, feitos pelas nossas mãos, que ninguém terá igual e...
...o parafuso que desapareceu, a cola que pespega, o livro que guardámos tão bem quando o vimos e era mesmo a cara da sobrinha, da amiga, do..., que não achamos em lado nenhum, a tinta que resolveu secar mesmo agora... - ficamos com aquela sensação que os chineses até têm umas coisas jeitosas, já que outro comércio quase se extinguiu e o shopping está cada vez mais longe, nas horas curtas que (não) sobram (para aquela minha amiga que odeia chineses: há os chineses que vieram viver e os outros, que têm uma casa porca-nunca-limpa-desde-que-abriu, que comem ao balcão, põem os putos a mijar - e não só - no balde debaixo do balcão... - refiro-me aos primeiros, claro)...
aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, onde raio estará o parafuso, nada normalizado, que me desapareceu da caixinha que decorei com uma découpage cafeína, para a pessoa "x" pôr as cápsulas de café? Safa!
No meio de tudo o que já havia e aquilo que surge sempre, da vontade de dar os mimos personalizados, feitos pelas nossas mãos, que ninguém terá igual e...
...o parafuso que desapareceu, a cola que pespega, o livro que guardámos tão bem quando o vimos e era mesmo a cara da sobrinha, da amiga, do..., que não achamos em lado nenhum, a tinta que resolveu secar mesmo agora... - ficamos com aquela sensação que os chineses até têm umas coisas jeitosas, já que outro comércio quase se extinguiu e o shopping está cada vez mais longe, nas horas curtas que (não) sobram (para aquela minha amiga que odeia chineses: há os chineses que vieram viver e os outros, que têm uma casa porca-nunca-limpa-desde-que-abriu, que comem ao balcão, põem os putos a mijar - e não só - no balde debaixo do balcão... - refiro-me aos primeiros, claro)...aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, onde raio estará o parafuso, nada normalizado, que me desapareceu da caixinha que decorei com uma découpage cafeína, para a pessoa "x" pôr as cápsulas de café? Safa!
domingo, 15 de dezembro de 2013
o que é o natal?
afinal,
o que é o natal?
é a desculpa dos que odeiam todo o anopara fazer um sorriso orgânico
O natal não é o que eu
quiser, e não me lembro de um bom natal.
Acho que o natal nunca
começou para mim e, se acabou… não sei bem quando foi…
No ano em que a minha
mãe bateu com a minha cabeça repetidamente no chão de cimento da cozinha da
avó, só porque estava a correr atrás do primo? Não, acho que foi bem antes, lá pelos
quatro anos, quando aquela boneca linda que nunca consegui olhar de frente saiu
do embrulho, depois de dias a fio a ouvir que o Pai Natal não me ia dar nada
porque eu era má… Não percebi a boneca… afinal, eu não a merecia…
O natal é a pior altura
do ano para muitas e muitas pessoas, cada vez mais, infelizmente. Por isso,
deixem de olhar para o calendário antes de sorrir… não precisamos do plástico
em sorriso ou em cartão, não precisamos do papel em embrulho ou em notas…
…só
do sorriso morno que nos embala e dá sentido ao estar vivo.
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