salvem-me a almaque o corpo fogeguardem as ideiasque os meus olhos estão alémseco de dar tantochoro de não tersofro de não serquem nasci para viverquero os meus momentosquero mãos amigas,que me tirem as pedras do caminhonão tenho como apanhar maisé muito, o peso das que carregoe o castelo……vejo-o ruir de cada vez que tento erguê-lo
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