há um ano atrás tomei uma decisão que iria afetar de forma intensa a minha vida...
não me arrependo, não! - mas não sonhava como iria ser anómalo este ano, como as pedras do caminho se iriam amontoar sem perspectiva de iniciar, sequer, a obra do castelo...
foi um ano de feitos, de esforços, de conquistas, mas de perdas... um ano quebrado por mortes, pandemia, exacerbação de más condutas...
rotinas de ajuda ao próximo deixaram de ter pausas - não me arrependo - mas lamento que uma pandemia não faça os que são de boa semente florescer, reInventar-se e ser melhores pessoas! (temo ter visto o contrário... muitos sentirem poder soltar uma loucura que escondiam a toque de condutas sociais ditadas, a que fazem agora ouvidos moucos por se sentirem - ainda mais - impunes...)
fui forçada a correr perigos - por chefes burros sem pingo de liderança ou capacidade de organização; vi mãos debandar (ténues seriam!); vi tapetes a ser puxados...................
mas consegui encontrar pessoas boas! - temo só que estes tempos de afastamentos impeçam que algum tempo seja investido nos laços que queria tecer... temos de encontrar forças! não me fujam as raposas, Antoine!
almeja-se a bonança e o cansaço impera, mas dias solarengos aparecem, para despertar os sorrisos... e a chuva que pinga desenha também sorrisos de vida nos rostos cansados!
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