Parar.
Apenas pousar hábitos defeituosos,
Rever o que temos e somos,
Abrir os olhos,
Repensar o que queremos.
Parecemos rídiculos dizendo a frase que se me assoma ao pensamento: Temo pela humanidade! - mas é mesmo isso, estes hábitos ilógicos que criámos não são compatíveis com formas de vida humanas e sociais (o "e", aqui, é uma conjunção conetiva absoluta, só podemos ser humanos se formos sociais).
Ainda que encontre pessoas e ideias manifestas do que "está certo", vejo-as baixarem os braços, de cansaço e pela manifesta falta de líderes [que faz ascender a cargos políticos e decisores produtos abnormais que apenas vivem para a conquista económica e reforço de imagem e interesses daqueles a quem eles, caras-de-cartaz, devem serventia e lambem botas, ainda que alguns se convençam que são importantes...], desistem do que sabem certo, subjugam-se aos hábitos, mas...
...não, nem assim sobrevivem - pelo menos os que sabem o que está certo.
Seria bom que o (até grande) número de pessoas que encontro e manifestam no seu discurso ideias tão positivas ganhassem vontade de as pôr em prática - sinto muitas vezes que as suas mentes ficaram fixadas num qualquer estádio arcaico de desenvolvimento e vivem uma realidade imaginada jamais posta em prática:
- sim, devemos envolver-nos na sociedade onde estamos integrados... mas, nada!
- sim, devemos ter um sólido grupo de amigos/relacionamentos sociais... mas, nada!
...
Afinal, parece que conseguiram mesmo manobrar-nos ao ponto de ficarmos só pelas ideias...
Somos idiotas, nada mais!
imagem de Brock Davis em http://www.christinaherrmann.com

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