Alguns,
não sabem o mal que causam, com críticas que refletem o seu justo sentir,
fundeado, quantas vezes, no desconhecimento do outro. Vós criticais, eu
critico! – Tento compreender, encontrar motivo para cada atitude… será que
sentem este meu cuidado? – penso que não, pelo cuidado que não vejo…
Quantas
vezes engolimos em seco as críticas que não sonham quem somos?
Quantas
vezes, até com amigos, desistimos de explicar motivos e sentires, e lamentamos
a abertura que tivemos?
Na
primeira pessoa direi que, muitas vezes, só reconheço o desconhecimento de mim
e o desprezo pelos meus quês quando somos mais que dois e as gralhas e
metralhas revelam que falei demais. (Quando somos mais que dois, desistimos de ser amigos?)
Mas
sou eu, mais sentida ou menos preocupada, sou eu.
(Quanto
mais maiúsculo é o A de amigos, mais sentidos ficamos!)

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