Quando vejo o mundo paradodói-me a alma pelo seu silênciosinto-me pária em terra de loucossobrevivente sem porto de abrigoPousam as mentes na inaçãono consumismo do hábito feitoesquecem que é delas também a funçãode ser vivente, pensante: pessoaNão posso crer nas aparênciassei, há mais vida neste planetamas, muitos dias, repouso a minhaexausta, rouca, e já pouco crente…
Sem comentários:
Enviar um comentário