Foram já muitas as vezes, que ouvi mães queixarem-se do atual método de ensino de matemática no 1.º ciclo do ensino básico…
Que “aquilo é esquisito”, que “é tudo ao contrário”, “…essa coisa das contas em pé”!
Embora tente, quando a situação o permite, explicar-lhes a diferença entre decorar e entender, faça analogia com o sistema usado no oriente, com a forma de fazer contas dos que não estudaram… esbarro contra a parede do hábito – essa parede aparentemente intransponível, que cerceia o progresso do país…
Se é melhor, se o nosso cérebro pensa em unidade, dezena, centena… e não em “e vai um”, porque ir contra o “novo” método?
Lembro-me de, já no 12.º ano, perguntar a uma (dita boa) professora de matemática como se chegava às fórmulas que ela tinha escrito no quadro – resposta: são dadas - ??????? Dadas? Caíram do céu? – Em último caso, poderia ter-me dito que também não sabia!
Ora eu, sempre achei estranho fazer exercícios e mais exercícios sem qualquer lógica ou objetivo… - e sempre achei que era, exatamente esse, o problema da matemática: não servir para nada! Nada do que nos ensinaram tinha utilidade e, ao fim de tantos anos de matemática, apenas sei a regra de três simples… que, felizmente, é solução para quase tudo!
Não querendo deixar-vos às escuras, recomendo a leitura deste livro:

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