Sei que alguns chamam amor a todo o carinho, mas eu, reservo, ainda, essa palavra para esse sentimento especial que une duas pessoas, fazendo-as querer viver, sempre, uma com a outra, uma para a outra, uma fazendo a outra feliz… Um sentimento de profundo desejo por uma alma e um corpo…
E haverá um só tipo de amor? – Julgo que existem, essencialmente, dois tipos de amor: o construído e o escrito no céu…
“Amamos” por hábito, por imposição social…
“Amamos” porque escolhemos alguém para ser nosso companheiro de uma vida (pensamos assim, quando “escolhemos”!) – porque as pessoas costumam ter alguém, porque toda a gente tem, porque toda a gente pergunta quando nos casamos, porque aquela pessoa tem uma boa personalidade, porque aquele corpo nos despertou, porque…
Amamos porque cai do céu um sentimento…
Porque tudo nos diz que é aquela pessoa que tem de estar ao nosso lado.
Desculpem os que não sabem o que é este “segundo tipo” de amor (segundo só porque falei deles nesta ordem!) – tenho pena de vós!
Mas, cumprir-se-á sempre o destino?
Muitos fatores nos desviam do caminho certo, muitas escolhas na vida, decisões, imposições, nos fazem traçar um percurso que não vai por aí…
Seremos mais, ou menos felizes?
E se… depois de construir um projeto a dois, planeado, escolhido, partilhado, vislumbrarmos o céu? …podemos defraudar as escolhas feitas? – Arriscar-me-ia a opinar que não, mas… só quem vive a situação saberá o que pode decidir…
E quando esbarramos com o destino?
Podemos ter escolhas feitas, ou podemos, só, ter uma vida que nos levou por traçados diferentes… - Haverá força para juntar os passos num caminho novo, e feliz? – Tem de haver, todos merecem o Amor!
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