quinta-feira, 30 de outubro de 2014
domingo, 26 de outubro de 2014
afinal, merece a pena?
afinal,
merece a pena?
ouvi
promessas, de uma era de aquário, de um caminho para a luz…
ouvi versões,
de um deus antropomórfico de vestes brancas e barba longa (feito à nossa imagem
e não nós à dele!), de uma reencarnação sucessiva, dizem uns por mérito, mas, a
maioria, para aperfeiçoamento e subida a um céu ou corpo diferente em modos e
melhor de comportamentos…
afinal, as
versões são distâncias de verdade inreconhecida…
mas, afinal,
então, para que serve esta ou outra vida?
não aceito que
seja só um meio e não seja para viver,
não aceito
que seja para sofrer, arrecadando créditos para um paraíso futuro,
que viemos
para aprender, aperfeiçoar… mas…
e viver!?
eu não mereço
não viver!
como podemos
resignar-nos a um jogo de dor por conta de felicidade futura?
estas
revoltas filosóficas para chegar à questão:
merece a pena?
As coisas
estão mal,
o país está
mal, o planeta está mal, a família, a cidade, tudo parece estar a correr mal
neste plano mais ou menos divino...
...e, à minha volta, vejo alguns falar de como
poder correr melhor, de causas de soluções, de união, de dar a mão e…
...depois,
quando
surgem os caminhos sem fim, as respostas de quem não quer lutar,
ajudar,
construir [porque já o fizeram esquecer, se é que alguma vez lembrou, o
que é viver...] e, até, de quem não tem humildade para aceitar uma
singela mão quando
cai…
…desistem?
como vai ser,
se todos vão desistindo?
o que resta a
quem reste?
afinal, vale
a pena?
digam lá,
porque estou a perder a paciência!
ps: e quero
viver, mesmo que esta seja só uma das vidas e este só um dos corpos que
envergarei!
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Olá, Heloísa :)
Sabes, Heloísa, ainda não entendo porque não é absolutamente normal tu teres direito a ser pessoa...
Diferente?
Ora bolas, claro!
Não somos todos diferentes?
domingo, 19 de outubro de 2014
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
agentada
cheguei a
casa e fiz o que não pude evitar… - pousar compras, abrir a torneira ao gato,…
- foi breve, era desta que ia descansar… despi-me, dei uma refrescadela e vesti
um pijama… deitei-me…
pensei por
uns minutos, os pensamentos voaram… levantei-me e fui ver de jantar… arrumei e
comi, já no pc, a despachar uns pedidos…
animei umas
pessoas e, depois, vi-me caída no rame-rame dos outros dias, pensando que,
agora, a crise de domingo às 18 chegava em todos os dias da semana, mais vazios
de pessoas, apesar do dia mergulhada no meio de gente…
o cansaço é o
pior inimigo do Ser… é com ele que nos dominam e nos fazem gente, impedindo que
pensemos…
exausta,
hesito entre o sono (que será) interrompido (se começado!) e a tentativa de
encontrar nessa coisa a que chamam televisão, algo mais do que o que me
acompanha, em fundo, no pc… (a horas de gente [com aspiração a (voltar a ser)
pessoa]).
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