domingo, 27 de julho de 2014

ti ti ti ti ti ti ti

Olá, ...
Foi a ti que liguei,
quando estava desesperada por uma voz.
Exausta de muito, sôfrega de companhia.
Liguei, e fui estupidamente benévola em fazê-lo...
Afinal, ligas-me em pranto tantas vezes 
e despedes-me de falas com um depois ligo-te - seja trivialidade ou socorro que me leva a ligar-te...
E prometo, tantas vezes, que vou esquecer quem só me usa como ombro e já deixou de ser amigo-de-conversa-por-conversa e, muito menos, voz-de-ser-humano-que-acompanha... mas, lembro-me das conversas do tempo em que nos conhecemos e recomeçámos vidas de esperança... Do acreditar nas pessoas, do dar sempre uma oportunidade aos amigos...
É estranho... tão estranho que, quando me ligas em pranto, por não teres mais em quem confiar e com quem falar, já nem te oiço com mais que compaixão.
Felicidades...
...e vou continuar a procurar Pessoas...
...elas devem existir...
...eu é que ainda não encontrei o caminho...
Talvez faça um manual de comportamento, para guiar os que querem ser humanos e não sabem o caminho...
...é como a condução... ...não basta ter carro e saber conduzir... ... também há regras de comunidade a seguir, ou chocam a cada manobra... ...também há vias certas...

Manifesto (0)

 
ninguém 
pode dizer 
que não deu por isso...  
             Estão a matar Portugal.
E pergunto eu, 
já meio demente:  
                                                          vamos deixar?

pedaço de mim

amo-te
amo-te demais
amo-te de menos
demais, porque mais que tudo
de menos, porque mais ainda te amarei

estou cá
estarei sempre cá

o teu sorriso faz-me sorrir
a tua tristeza trespassa o meu coração

amo-te
sempre te amei
sempre te amarei