terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
perguntas estúpidas
olhe lá...
o seu filho desapareceu,
parece que foi raptado e tal,
- quer que se
faça justiça?
:( televisão pública nacional
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
mesas brancas de paz
Sentada nas mesas brancas do café do piso térreo (a mar) do CC Vasco da Gama, assisti a uma das cenas que me deixa repensar a desilusão com a espécie humana:
O funcionário do café saiu da nave-mãe (aquele espacinho onde residem e atendem os clientes) e dirigiu-se a uma senhora idosa, na mesa, perguntando-lhe se estava bem - eu, sinceramente, nem a tinha visto - conversou com ela, até perceber o que se passava e dirigiu-se ao balcão de informações do CC, ao lado, onde explicou à funcionária de serviço a situação...
...e ambos se dirigiram, de novo, à senhora, disponibilizando-se a funcionária a chamar um socorrista, se a senhora tivesse necessidade. A senhora, que disse estar com uma quebra de TA, já recuperou qb para se ir embora e eu, por aqui fiquei, surpresa e agradada com a atitude!O gelado de tangerina soube melhor, e o café desceu mais forte : )
(seg., 13 jan., 15.35)
domingo, 5 de janeiro de 2014
partilha
é quando,
tendo pouco, temos a sabedoria de o dividir com os outros...
e, se aprendêssemos com os "animais"?
já agora, clique na foto e veja o espetacular vídeo :)
alma
sábado, 4 de janeiro de 2014
...ergo sum?
Penso mas não existo logo.
Só existo passado um bocadinho
Desde logo me fascinou, mais do que o "método" estudado nas abomináveis e senseless aulas de filosofia do secundário!
Yvette Centeno chegou-me fortuitamente e apenas o tempo não me deixou conhecê-la melhor, algo que espero fazer... (Assim que construir tempo.)
Centeno, Y. K. (1974). Irreflexões (e outros lugares-comuns). Lisboa: Ática.
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
desejos de início de ano?
desejos de cada dia!
Reli as linhas torcidas de outro dia e pensei, afinal, se alguém diz alto esse desejo, tantas vezes escondido dos próprios olhos, de que todos passem a viver sem as máscaras pesadas...
Sinto que carrego um peso imenso,
o das máscaras que insistem em pôr-me sem que as queira usar...
Como doem as costas, as pernas, a alma...
Para além das máscaras que nos pomos, receosos da vida e da verdade, ainda pomos máscaras em rostos alheios - fazemos dos outros quem queiramos que eles sejam e, como temos sempre essa visão deturpada de que tudo é o pior, as máscaras que insistimos que os outros tenham impedem-nos de os vermos como são: humanos, como nós, com defeitos e com qualidades...
Era bom abrir os olhos e ver, simplesmente, e, depois, partir dum real para a construção, sem esboços iniciais pessimistas... Mas, tudo se entrelaça e basta um mau traço ou um mau olhar para estragar... Ainda assim... façam reboot, uma e outra vez... alguém tem de começar a ser humano primeiro...
ou... já chegámos, mesmo, à Twilight zone?
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