quarta-feira, 26 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Onde pôr a força?
eu sei, que mereço muito mais!sou forte, quando abano é p’ra quebraro mundo, não existe já ruiuas nuvens, teimam em a luz não destapara autoestrada foi feita para outrosnão me ergo, em pedras e tropeçoscomo tento, se nem consigo pensar?não desisto, recomeço em cada dia!mas a força, já me está a faltar...o sonho, foge entre as trevasas lágrimas, secam antes de sairo caminho, está tapado pelo entulhoa voz... está rouca de tentaro ruído abafa o pensamentoacredito, mas sou só mais um fantasmado mundo que nos pisa e enfraqueceOnde pôr a força, se ninguém abre um caminho?Como acreditar, se as nuvens teimam em ficar?Onde pôr o medo, nas ruas que temem abraços?Como acreditar, se não encontro mais ninguém?Quando é o dia?Quanto esperarei?Tanto sou e nada tenhoaos olhos de quem vê matériatantas são as vezesque só apetece ficar em casa, parado, ser igualse talfosse possível, afinalnão me dão as asasos cães mordem e os mirones criticamo meu sorriso, apaga-se em cada desgostoNada é fácil e o amargo tira o gostoComo acredito, se me sugam a força?tantas são as derrotas, que se turvam os olhos às vitóriasacabaram os sonhos,onde estão os braços?Onde pôr a força, se ninguém abre um caminho?Como acreditar, se as nuvens teimam em ficar?Onde pôr o medo, nas ruas que temem abraços?Como acreditar, se não encontro mais ninguém?
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