Tu mereces muito maisÉs forte, abanas mas não caisMesmo que sintas o mundo a ruirQuando as nuvens passarem vais ver o sol a sorrirA estrada não é perfeitaApenas uma vida, aproveitaSó perdes se não tentaresE não desistas se falharesO que não mata engordaTorna o teu sonho real, acordaLimpa as lágrimas e lutaSegue o teu caminho e escutaA voz dentro de tiAs respostas que procuras, dentro de tiAcredita em ti que tu ésMais forte e tens o mundo a teus pésTu és mais forte e sei que no fim vais vencerSim, acredita num novo amanhecerNão tenhas medo, sai à rua e abraça alguémE vai correr bem, tu vais verUm dia tudo fará sentidoE vais ver que terás o prémio merecidoÉs o que és, não és o que tensA tua essência não se define pelos teus bensÀs vezes as pessoas desiludemMas não fiques em casa parado à espera que mudemMuda tu rapazMuda a tua atitude, vais ver que és capazE nada te pode pararOs cães vão ladrar e a caravana a passarO teu sorriso de vitória no rostoNem tudo é fácil mas assim dá mais gostoQuando acreditas a força nunca se esgotaSó a reconheces a vitória se souberes o que é a derrotaVais ver que no fim acaba tudo bemSai à rua e abraça alguémTu és mais forte e sei que no fim vais vencerSim, acredita num novo amanhecerNão tenhas medo, sai à rua e abraça alguémE vai correr bem, tu vais ver
quinta-feira, 23 de maio de 2013
TU, és mais forte!
terça-feira, 21 de maio de 2013
You are more beautiful than you think
sábado, 18 de maio de 2013
ator-escravo
Entrou pela porta mais distante da carruagem, e vi sorrisos de "Ah, tão lindo!" nas caras de mil nações que seguiam comigo no metro. Mas, eu cá, senti uma mágoa imensa e pensei se o cão era o mesmo.
O rapazinho que eu via nas ruas da cidade onde morava, é agora um jovem homem, o cão, não sei se será o mesmo, é possível, ou será igual...
Lembrei-me de o ver a ser batido, uma e outra vez, quando, exausto, largava da boca o cesto improvisado de garrafa pet cortada e trespassada por uma corda que fazia asa. Hoje, continuava triste, a manter a pose empoleirada e de equilíbrio difícil, em cima do acordeão tocado pelo outrora menino, tão triste como ele, moldado à pedincha, sem aparência de ter sido algo mais do que isso alguma vez: sustento de família que vive à custa do próximo.
Juro que só não lhe perguntei, porque os seus passos se esticaram, correndo de uma plataforma para outra, para tornar, de novo, a entrar numa carruagem igual e tocar acordes iguais, com o cão a fazer posse igual:
alguma vez pensaste em viver de outra maneira?
Só descansei um pouco quando vi o cão no chão, a andar, de caminho sabido entre plataformas - temia que tivesse algo partido, de saber que era batido para obedecer às posses de amolece-corações dos pacóvios que dão a esmola...
Doeu, dói sempre.
Ver um pobre animal ser maltratado,
ver uma potencial pessoa ser um ente sem sentido e sem futuro e sem valor...
domingo, 5 de maio de 2013
ser
Hoje vi uma apresentação/perfil em que alguém dizia
que não costuma ver segundas intenções nas palavras... E pensei logo:
como seria tão fácil viver, se todos agissem e acreditassem, primeiro na
verdade, e só depois duvidassem... (se fosse o caso de haver motivo...)
Já repararam como todos desconfiam de todos?
É, eu sou assim, acredito no que me dizem, pois não vejo motivo para a mentira... Por que raio será necessário mentir?
É certo, pensam já alguns, que não podemos mostrar tudo, mas, será que não era mais fácil viver se começássemos pela verdade?
Quantas confusões se geram pelo medo de mostrar quem somos?
E quantas mais por dizermos algo diferente do que acreditamos, do que é real?
Se alguém me disser “comprei um Ferrari ao meu filho”, eu acredito completamente, a menos que a pessoa, de seguida diga algo como: “estou a brincar, né... comprei só um carrito!”. (*)
Alguns mentem por desejar mostrar ser alguém, supostamente, mais importante, rico, conhecido... outros, para esconder quem são...
À partida, espero sempre a verdade – se deteto mentira nas palavras de alguém... acabou-se o acreditar... e muito difícil será confiar de novo em alguém que engana o próximo.
Existem, claro, níveis diferentes de gabarolice ou de mascaração da vida – não deixei de ser amiga de alguém que tinha tantas divisões na casa que me fazia sentir uma pedinte, até que lá fui e vi que a sala, o quarto e o corredor eram tão polivalentes e que, mesmo com o resto da casa, não chegavam à área do meu pobre casebre! – Algumas pessoas falam de si com uma lata de verniz ao lado, outras, são humildes. (Faço parte deste grupo mas, peco, porventura, pela exagerada simplicidade com que me aprecio e aos meus bens...)
Complicamos a vida, quando ela podia ser simples...
Mas, é certo, muitas vezes me vi olhada com desdém, julgada ignorante, pobre, desimportante – por não me vangloriar do que tenho e sou... Porque os maus hábitos fazem que se olhe o próximo como um produto de teres e haveres, de palavras ditas e quantas vezes vãs...
Não é possível conhecer alguém, apenas? Ouvir o que diz, ver o que faz – saber quem é? Isso, apenas, sem máscaras ou floreados!
Já repararam como todos desconfiam de todos?
É, eu sou assim, acredito no que me dizem, pois não vejo motivo para a mentira... Por que raio será necessário mentir?
É certo, pensam já alguns, que não podemos mostrar tudo, mas, será que não era mais fácil viver se começássemos pela verdade?
Quantas confusões se geram pelo medo de mostrar quem somos?
E quantas mais por dizermos algo diferente do que acreditamos, do que é real?
Se alguém me disser “comprei um Ferrari ao meu filho”, eu acredito completamente, a menos que a pessoa, de seguida diga algo como: “estou a brincar, né... comprei só um carrito!”. (*)
Alguns mentem por desejar mostrar ser alguém, supostamente, mais importante, rico, conhecido... outros, para esconder quem são...
À partida, espero sempre a verdade – se deteto mentira nas palavras de alguém... acabou-se o acreditar... e muito difícil será confiar de novo em alguém que engana o próximo.
Existem, claro, níveis diferentes de gabarolice ou de mascaração da vida – não deixei de ser amiga de alguém que tinha tantas divisões na casa que me fazia sentir uma pedinte, até que lá fui e vi que a sala, o quarto e o corredor eram tão polivalentes e que, mesmo com o resto da casa, não chegavam à área do meu pobre casebre! – Algumas pessoas falam de si com uma lata de verniz ao lado, outras, são humildes. (Faço parte deste grupo mas, peco, porventura, pela exagerada simplicidade com que me aprecio e aos meus bens...)
Complicamos a vida, quando ela podia ser simples...
Mas, é certo, muitas vezes me vi olhada com desdém, julgada ignorante, pobre, desimportante – por não me vangloriar do que tenho e sou... Porque os maus hábitos fazem que se olhe o próximo como um produto de teres e haveres, de palavras ditas e quantas vezes vãs...
Não é possível conhecer alguém, apenas? Ouvir o que diz, ver o que faz – saber quem é? Isso, apenas, sem máscaras ou floreados!
(*...e disse, muitas vezes, em brincadeira, que tinha um Testarossa... mas,
de imediato o mostrava: lindo, à escala, e um maravilhoso porta-chaves...)
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