Caio de sono - não será um sono de dormir, já, mas um sono de corpo a pedir descanso, num dia desviado de planos. Os planos clamam atenção, o dia corre e os outros correm atrás dele.
Estranho, sempre, essa corrida. Queria, mais, contemplar a vida, toda - esse mundo que me rodeia e perco o tempo sem ver.
Vou correr, um pouco mais, e, depois, deixar o corpo vencer, pousar e levar a cabeça com ele, ao repouso.E falha a energia, escrevo pouco - vou consumir a que resta noutras escritas, de corrida - querida, mas sofrida...

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